Na última Quarta feira o Supremo Tribunal Federal deu um passo a frente do Congresso na reforma política Apesar da responsabilidade pela reforma ser do Congresso Nacional, o ministro do STF, Tarso Genro, disse que a “judicialização da reforma política” feita pelo jurídico é um “recado” ao Congresso por estar em contenção. O STF julgou o caso de fidelidade partidária, concluindo que o mandado pertence ao partido e não ao parlamentar, decidindo que decidiu que serão mantidos somente os mandatos dos deputados ‘infiéis’ que trocaram de partido antes de 27 de maio de 2007.O governador de Minas Gerais, Aécio Neves esteve com o ministro e ao defender a medida considera que “foi uma avanço sem a menor sombra de dúvida, na direção correta. Não se fez lá, que se faça no Supremo”
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